Dia
20 de Maio de 2013, das 9h às 12h – Mesa-redonda de Editoração: Possibilidades
e competências (Solarium/ Auditório Luft, Instituto de Letras)
Palestrantes:
Sara Viola (UFRGS); Maria Cristina Leandro Ferreira (UFRGS); Tito Montenegro
(Arquipélago Editora)
Essa
mesa-redonda busca apresentar a Editoração
como possibilidade de atuação de um formado em Letras, aproximar os estudantes
do contexto de Editoração, suas peculiaridades, dificuldades, capacitações
complementares, bem como fazer uma leitura do mercado de trabalho editorial na
atualidade.
Dia
21 de Maio de 2013, das 9h às 12h – Mesa-redonda Tradução: o profissional, sua
área e suas características. (Solarium/ Auditório Luft, Instituto de Letras)
Palestrantes: Representantes da Scientific (empresa que trabalha
no campo da tradução); Ian Alexander (UFRGS); Maria
Cristina Batalha (UERJ)
Essa mesa-redonda busca
apresentar a Tradução como possibilidade
de atuação de um formado em Letras, de forma a mostrar as nuances e abrangência
da área, bem como as características da profissão e situar, o ambiente, as
necessidades, os aprimoramentos necessários na área, problematizando o lugar
ocupado por esse profissional no mercado editorial e demais contextos de
atuação.
Dia
22 de Maio de 2013, das 9h às 12h – Mesa-redonda “O Homem e a Mulher de Letras
Hoje” (Solarium/ Auditório Luft, Instituto de Letras)
Palestrantes:
Fernando Villarraga-Eslava (UFSM); Regina Zilberman (UFRGS)
Essa
mesa-redonda tem o intuito de provocar os e as estudante de Letras a pensarem e
repensarem seus lugares no mundo, fazendo uma conexão entre Academia e
conhecimentos acumulados na vida acadêmica e o mundo “de fora”. O debate deverá
problematizar a relação da área de Letras com as demais áreas do conhecimento
através da exposição dos problemas encarados pelas e pelos formados e/ou
atuantes na área.
Dia
23 de Maio de 2013, das 9h às 12h – Mesa-redonda Texto: Ensino e abordagem (Solarium/
Auditório Luft, Instituto de Letras)
Palestrantes: Maria Teresa Tedesco (UERJ); Magali
Lopes Endruwet (UFRGS)
Essa
mesa-redonda tem como proposta a abordagem do texto como objeto de estudo e de
trabalho em sala de aula. Apesar de ser, talvez, a área de atuação mais óbvia
de um formado em Letras, é necessário certa problematização de valores
atribuídos à profissão, para que cheguemos a uma figura de professor real, com
propostas de saídas criativas para lidar com o ensino da língua. Assim, o
debate deverá abranger os desafios, as peculiaridades e possibilidades de
atuação na área do ensino, bem como os trabalhos em sala de aula e sua relação
com o texto.
Dia 24 de Maio
de 2013, das 9h às 12h – Sarau Letras e cultura: música, literatura e suas
relações (pátio do Instituto de Letras)
Participantes: Katia
suman (Rádio Elétrica/Sarau Elétrico); Prof. Dr. Luís Augusto Fischer (UFRGS)
Show
de encerramento: Nenung (The Darma Lóvers)
O
sarau de encerramento irá buscar ser um momento diferente, mas aberto e
pautando questões para debate. Irá possibilitar discussões acerca do tema da
inserção dos formados em Letras na cena cultural, aproximando essa área como
possibilidade de carreira profissional que se abre aos estudantes.
A
semana irá finalizar com um show.
Dia
24 de Maio de 2013, das 14h às 17h – “A análise materialista da literatura hoje" Dr. Luís Augusto Fischer (Lit.
Brasileira), Dr. Homero Vizeu Araújo (Lit. Brasileira), com mediação de Guto Leite
(doutorando em Lit. Brasileira e professor substituto de Lit. Brasileira)
Cada vez mais a crítica materialista tem se mostrado como uma
maneira profícua de se fazer perguntas à literatura. Distante por um lado das
reduções do valor da obra à história ou à vida dos escritores e, por outro, do
simplismo de considerar o objeto literário somente em suas forças internas, a
crítica materialista tem encontrado princípios estruturais que tornam mais
inteligíveis tanto a forma literária quanto os processos sociais envolvidos.
Sobretudo nestes tempos em que o mercado tem ocupado cada vez mais espaços, a
crítica lúcida de materialistas como Luís Augusto Fischer e Homero Vizeu Araújo
apresenta-se como uma alternativa interpretativa eficaz e como uma posição
político-literária consistente. Por isso o encontro coloca em pauta ensaios
recentes destes dois professores debatendo a formação da literatura brasileira
vista a partir do sertão - por hipótese, não contemplado na proposta candidiana
- e o cânone realista da passagem do século XIX ao XX - período antes
notoriamente analisado com pressa e equivocadamente. Guto Leite, que tem
ministrado uma disciplina eletiva sobre a obra de Roberto Schwarz e críticos
afins, mediará o debate.
Em breve divulgaremos o cronograma de oficinas e mini-cursos que irão acontecer pela tarde.
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